Morri de amores pela Irlanda! Parte 1.

Dublin - Floreira2

Dois dias antes de embarcar para a Irlanda pelo Viaje na Viagem, a convite do Tourism Ireland, pensei no que eu poderia encontrar por lá: duendes, trevos, chuva, cerveja e Bono Vox.

Pois encontrei muito mais!

Conheci uma Dublin e suas floreiras coloridas por toda parte: nos postes, nas janelas, no meio da rua. Provavelmente resquícios da primavera que ainda está na memória deles ou apenas capricho com a cidade. Uma graça!

Dublin - Floreira

Dublin é uma cidade que vibra uns 3 tons acima. Cheia de estudantes – brasileiros pra caramba! – ela é jovem, baladeira, animada, simpática, com preços ótimos e ainda por cima excelentes restaurantes. Tudo isso reflexo do desenvolvimento do país que já foi um dos mais pobres da Europa e hoje tem o 7º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano. Um espetáculo!

Trinity College e O Livro de Kells

Trinity College

Trinity College2

Trinity College3

Trinity College é uma universidade fundada em 1592. É imensa e fica no coração de Dublin, tem prédios fantásticos de várias épocas e jardins lindos.

Trinity College4

Trinity College5

Trinity College6

Sua biblioteca possui um exemplar da primeira edição de todos os livros lançados na Grã Bretanha e Irlanda desde 1801, e por isso possui 3 milhões de livros e manuscritos espalhados por 8 prédios.

A Old Library, construída entre 1712 e 1732, possui cerca de 200 mil livros e é antes de entrarmos nela que encontramos a exposição dos manuscritos dos evangelhos medievais irlandeses, especialmente o Livro de Kells, com mais de 1000 anos e ricamente ilustrado.

Trinity College - The Book of Kells

Trinity College - Library

Trinity College - Library2

Exposição:
De 2ª feira a sábado, das 9h30 às 17h
Domingo – outubro a abril, das 12 às 16h30
Domingo – maio a setembro, das 9h30 às 16h30
Preços em outubro 2013: adultos – €8.50, crianças menores de 12 anos – grátis, estudantes – €7.50, idosos – €7.50. Há pacote familiar com 2 adultos e 4 crianças por €17.00.

Malahide Castle

Dublin - Malahide Castle

Dublin - Malahide Castle3

Dublin - Malahide Castle4

Dublin - Malahide Castle5

Dublin - Malahide Castle6

Dublin - Malahide Castle7

Dublin - Malahide Castle2

O castelo data do século XII, suas torres são do século XVIII e esteve com mesma família até 1976.

Com mobiliário de várias épocas e jardins incríveis, é um passeio para um dia de sol.

Dublin - Malahide Castle9

Dublin - Malahide Castle8

Todos os dias das 9h30 às 17h30
Preços em outubro 2013: adultos – €12.00, crianças – €6.00, estudantes – €8.00, idosos – €7.50. Há pacote familiar com 2 adultos e 2 crianças por €26.00.

The Casino Marino

Dublin - Casino

Dublin - Casino2

Dublin - Casino4

Casino, do italiano ‘pequena casa’, é uma das mais elegantes construções neoclássicas do século XVIII. Restaurado com capricho, ele parece uma casinha de bonecas, mas esbanja lições de arquitetura e geometria. Também possui lindos jardins e uma vista do skyline de Dublin.

Dublin - Casino5

De 21 de março a 31 de outubro, diariamente.
Preços em outubro 2013: adultos – €3.00, crianças – €1.00, estudantes – €1.00, idosos – €2.00.

Parte deste texto foi publicado no Viaje na Viagem primeiramente. Fui como enviada especial nessa viagem representando o VnV e convidada pelo Tourism Ireland. Foi uma viagem patrocinada, uma press trip. Aqui eu irei desmembrá-lo e por mais detalhes e mais fotos também.

Vou contar sobre Dublin, Howth, Bushmills e Belfast.

Holambra fora de época

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Passei um domingo em Holambra em pleno mês de fevereiro. Eu estava zerando a frustração de ter ido em setembro e não conseguido sequer entrar na cidade.

A Festa das Flores deve ser linda e acontece durante o mês de setembro, mas é impossível para quem se atreve a visitá-la. A fila de carros passava de 3,5 km até o pórtico e quando fizemos retorno, tinha mais uns 2 km para cada lado da rodovia. Um horror!

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Fundada em 1991 (um bebê), a cidade é minúscula, tem cerca de 12 mil habitantes e está a 140 km de São Paulo. Neste dia, como era fora de época, nós andamos pelo Centro Turístico que tem uns 10 restaurantes (sendo generosa), umas 10 lojinhas (hoje estou muito generosa mesmo), um garden espetacular e acabou.

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Depois vimos o Moinho, o Lago e algumas estufas. Eu imaginei (a louca) que veria campos e mais campos floridos, a perder de vista. Confesso que saí de lá frustrada – a expectativa acabou com meu passeio.

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Agora, devo dizer também que vi uns folhetos de roteiros rurais bacanas, mas nada que me animasse, mas para quem curte deve ser legal ao menos uma visita ao Rancho da Cachaça.

Achei a cidade uma belezinha! Valeu a ida!


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As fotos jacu da Mirmã

Pois não é que esse post fez sucesso a ponto da Mirmã (Paty) querer que eu publique as fotos jacu dela também? Nem adianta dizer que a ‘jacuzice’ é de família, ok?

Ela é meio biruta (mentira), deve ser coisa de família (mentira) ou talvez seja o calor do Rio que frita o cérebro dela (provavelmente), ou excesso de simpatia (muito provavelemente) e solidariedade (tá, viajei).

Mas então, aqui estão as fotos dela. Preparem-se!

Se vocês repararem – não com muita dificuldade – ela tem mais de 8 anos.

Agora, se conseguirem explicar o que ela faz agarrada com essas duas pelúcias gigantes…

(não consigo nem imaginar o sofrimento desses infelizes no calorão vestindo isso).

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Ela chama essa coisa de ‘Foto Titanic’. E eu de delirium mares.

Jack… Jaaaaaack… JACK!!!!!

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As próximas 3 foram tiradas por mim. Na mesma viagem. De 2 dias completos. Sem mais.

Ela aqui agarrou o homem de madeira com aparência…bem, vocês sabem do que.

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Eu quase pedi o cadeado pro moço e deixei ela aí, mas, mudei de ideia.

Ela achando que era medieval – na boa, era coisa para crianças de 6 anos!

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E a melhor foto everrrrrr!! Com vocês, o MOAI MIRMÃ!!!

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Sem mais no momento.

Participam desta blogagem, entre outros:

13 anos depois por Mirelle Matias

360 Meridianos por Luiza, Natália e Rafael

Andreza dica & indica disney por Andreza Trivillin

De uns tempos pra cá por Carmem Silvia

Matraqueando por Sílvia Oliveira

Mikix no Mundo por Mirella Matthiesen

No Mundo da Mari por Mariana Laudeauser

Paris por Fabi por Fabiana

Psiulândia por Ana Oliveira

Viaggiando por Camila Navarro

Foto Jacu – eu também tenho!

Ai, ai, ai…como é difícil assumir, mas vamos lá!

A Silvia Oliveira do blog Matraqueando fez um post memorável sobre as fotos jacus que tiramos quando viajamos. Isso causou ibope e rebuliço nas redes sociais e ela convidou os blogueiros a participarem da brincadeira e postarem suas fotos também.

Gente, eu tenho tanto horror de pagar mico que tive que garimpar nas quase 15.000 fotos que tenho no meu HD para encontrar 4! Mas para demonstrar que ninguém está imune, aqui estão:

Não, eu não gritei uóóóóóó no carro de bombeiro…

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Imagina se eu iria a Greenwich e perderia a oportunidade de por um pé em cada hemisfério!

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O que atualmente me envergonha nessa foto (e em t*o*d*a*s as outras dessa viagem) é mais a bota de carneiro do que escorar o chafariz em Paris…

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Mas pra mim, essa é a campeã de todos os tempos: foto fantasiada de colona alemã no pavimento da Oktoberfest em Blumenau.

O detalhe é que essa foto foi tirada em abril! E pode acreditar, minhas amigas nunca iriam autorizar a publicação dela!

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Participam desta blogagem, entre outros:

13 anos depois por Mirelle Matias

360 Meridianos por Luiza, Natália e Rafael

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Mikix no Mundo por Mirella Matthiesen

No Mundo da Mari por Mariana Laudeauser

Paris por Fabi por Fabiana

Psiulândia por Ana Oliveira

Viaggiando por Camila Navarro

Parceria RBBV e Hostelling International.

A Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem (RBBV) e a Hostelling International (HI), através da Federação Brasileira dos Albergues da Juventude (FBAJ) uniram forças para a realização de uma parceria inédita entre blogs brasileiros de turismo e viagens e os proprietários de albergue da rede.

Desde a última segunda-feira, 24, blogueiros membros da RBBV poderão se hospedar gratuitamente nos albergues da rede HI em todos os países das Américas, além de receber carteiras de alberguistas da Hostelling International.

Segundo o jornalista Pedro Serra, editor do blog Sem Destino (www.blogsemdestino.com), responsável pelo acordo, a parceria é um reconhecimento do trabalho desempenhado por dezenas de blogs na divulgação de destinos nacionais e internacionais.

“Lutamos muito pela profissionalização da blogsfera de viagem e pelo reconhecimento dos blogs como um canal de mídia importante na divulgação dos destinos”, diz Pedro, que reconhece essa parceria como a coroação de um trabalho iniciado em 2011 com a criação da RBBV.

De acordo com Carlos Augusto Silveira, presidente da FBAJ, “cada vez mais os blogueiros fazem parte do trade. É neles que as pessoas se inspiram para viajar”. Carlos Augusto acredita na importância da opinião de blogueiros de turismo e viagens na tomada de decisões de viajantes independentes. “As opiniões honestas dos blogueiros também nos ajudarão na melhora da qualidade dos nossos serviços”, completa Carlos Augusto.

Sobre a RBBV: formada em novembro de 2011, a Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem é uma comunidade composta por mais de 180 blogueiros comprometidos com a publicação de diferentes temas diretamente ligados a turismo e viagens. Inicialmente criada através da troca restrita de experiências pessoais nas redes sociais, a RBBV criou, em maio de 2012, um site aberto ao público para aproximar leitores, mídia e entusiastas dos diversos temas discutidos.

Sobre a HI: A rede Hostelling International (HI Hostels) é a criadora do conceito de alberguismo no mundo e possui um “know-how” centenário. Com quatro milhões de associados e mais de 4.000 estabelecimentos no mundo, é a maior rede de hospedagem econômica mundial.

A rede HI no Brasil conta atualmente com 98 hostels, com vários empreendimentos em fase de credenciamento , localizados nos principais destinos turísticos do país e 70 mil associados.

Os HI Hostels são bem localizados, com staff altamente qualificado, oferecem ambiente descontraído e equipe prestativa e bilíngüe, com informações e dicas culturais e de turismo da cidade e da região, além de muitos passeios com descontos para seus hóspedes.

 HI Hostels: http://www.hostel.org.br/

 Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem, RBBV: http://www.rbbv.com.br/

Literatura de viagem: cinco livros de viagem e uma blogagem coletiva

Minha paixão por viagens se deve ao Amyr. O Klink. Sim, ele mesmo.

Comecei lendo 100 Dias Entre o Céu e o Mar, onde ele conta sobre a travessia do Atlântico Sul em um barco a remo. Depois li Paratii – Entre Dois Pólos que é o relato da viagem de 642 dias entre a Antártida e o Ártico a bordo de um veleiro Paratii e sua invernagem preso no gelo na Antártida. Neste livro ele me fez ficar apaixonada pelos exploradores polares. Daí veio Mar sem Fim, que me encantou pela dificuldade da empreitada e coragem do navegador. Em Linha D’Água ele fala da sua paixão por barcos e da construção do Paratii 2.

Por causa dele eu fiquei fascinada pelos exploradores e suas aventuras, viagens em que as pessoas sabem que vão, mas não sabem ao certo quando voltam ou até mesmo se voltarão. O que é totalmente contrário ao meu planejamento de viagem. Totalmente mesmo!

Depois de ler todos os livros que saíram por aqui sobre exploradores polares, descambei para relatos de expedições no Everest. Ah, como eu gosto disso, apesar de achar que nunca irei ver pessoalmente.

Na verdade mesmo, essa paixão por viajar é anterior e foi adquirida nas viagens que fazíamos em família quando crianças. Meu pai amava viajar e acho que herdei esse gosto dele.

Bom, este post faz parte do “Literatura de viagem: cinco livros de viagem e uma blogagem coletiva”. Os links dos blogs participantes estão no final do texto e super recomendo uma passada pelos blogs!

Quatro livros dos quais falarei contam sobre aventuras e são lições de vida; o quinto é uma declaração de amor a uma cidade. Espero que inspirem meu leitor tanto quando me inspiraram. Enjoy it!

1. Mar sem fim, Amyr Klink.

No Dia das Bruxas de 1998, Amyr deixou sua família em Paraty para realizar o projeto de sua vida: uma volta ao mundo, realizada nas águas da Convergência Antártica, que nada mais é do que o mar mais perigoso do planeta, por ser a fronteira entre as águas frias do Norte e as águas geladas da Antártica. Sozinho. Aliás, só na companhia do veleiro Paratii.

Só o projeto já foi um transtorno. O mastro atrasou e a viagem teve que ser adiada por 1 ano, para que fosse possível navagar nos meses do verão. Foram 141 dias, meses sem ver um pedacinho de terra sequer, em um mar do avesso, muitas vezes sem enxergar coisa nenhuma, ventos com velocidade de furacão, gelo, frio e nunca dormindo mais do que 5 horas por dia e em períodos cortados. Um inferno.

Um perrengue danado de lindo que ele dá um sentido neste trecho:

“Um homem precisa viajar por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.

Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu.

Para um dia plantar suas próprias árvores e desfrutar do calor. E o oposto.

Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.

Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser.

Que nos faz professores e doutores no que não vimos, quando deveríamos seu alunos e simplesmente ir ver.

Não há nada como admirar um homem. Cousteau, ao comentar o sucesso do seu primeiro grande filme disse:

“Não adianta, não serve para nada. É preciso ir ver. Il fault aller voir.”

2. Sul – A fantástica viagem do Endurance, Sir Ernest Shakleton.

No verão de 1914, o capitão Sir Ernest Shackleton parte a bordo do Endurance com 28 pessoas em sua tripulação e vai em direção ao Atlântico Sul. Seu objetivo era cruzar o continente Antártico, passando pelo Pólo Sul, mas pouco antes de alcançar a base programada, o Endurance fica preso no gelo e acaba sendo destruído, mastigado pelo gelo.

Shackleton e sua tripulação sobreviveram nas placas de gelo, comendo pinguins e focas, sofrendo de escorbuto, desnutrição e frio.

Após quase 6 meses, eles iniciam sua tentativa de salvação nos botes salva-vidas. E conseguiram. Sem perder uma única vida da sua tripulação, Shakleton conseguiu salvar todos, quase 2 anos após o início da viagem.

Sua história é emocionante e profundamente tocante.

Shakleton foi um administrador notável, sempre presente, preocupado com seus homens, com um faro admirável para escolher seus braços direitos, dava exemplo e inspirava sua tripulação, criava divertimento, deixando o ambiente agradável.

Este livro são suas memórias e é incrível ver que ele sobreviveu para escrevê-las. Faz parte do meu sonho de vida ir até a ilha Geórgia do Sul e visitar seu túmulo.

Recomendo também a leitura de Endurance, Caroline Alexander. Neste livro ela mostra através das fotos do fotógrafo oficial o dia a dia da tripulação. Muito bonito!

3. O Último Lugar da Terra – A competiçao entre Scott e Amundsen pela conquista do Pólo Sul, Roland Huntford.

Em janeiro de 1912, depois de enfrentar durante mais de um ano o tempo ruim na Antártica, o oficial da Marinha britânica Robert Falcon Scott chegou finalmente ao Pólo Sul.

Só que ele não foi o primeiro. Roald Amundsen, um norueguês com menos homens, menos grana, tinha chegado lá um mês antes. É dele o título de o primeiro homem a pisar “no último lugar da Terra”.

Famintos, doentes por causa do escorbuto, exaustos, Scott e seus homens morreram no caminho de volta.

O triunfo de Amundsen não foi por acaso. Foi um exemplo de eficácia e planejamento, administração dos recursos e determinação.

Já o mito de Scott como mártir do heroísmo britânico, vai por água abaixo, revelado pelas suas fraquezas como líder e a incompetência que marcou seu empreendimento.

Este foi um livro que marcou minha vida, mostrando como é importante o planejamento em tudo! E ele é tão rico em detalhes que só aumentou minha vontade de conhecer a Antártica.

4. O Meu Everest, Luciano Pires.

Luciano Pires viajou só até o Campo Base da maior montanha do mundo, o Everest. Mas ele conta de uma forma muito fofa, hilária e querida sua aventura.

Ele é fã do Everest, sabem como? E nos transforma em seguidores dessa mesma paixão, essa busca por um sonho impossível. Ele não é alpinista ou montanhista, não é um aventureiro profissional o que torna sua viagem quase possível a qualquer pessoa. Um relato apaixonante.

5. Lisboa em Pessoa, João Correia Filho.

Lisboa em Pessoa foi um livro que comprei após a minha segunda ida à Portugal. Foi amor à primeira página.

O autor nos apresenta Lisboa de um jeito todo diferente, sob a visão do poeta Fernando Pessoa. Recheado de poesias e versos, tal qual a cidade é, esse guia é perfeito!

(foto tirada no Castelo de São Jorge, Lisboa, em dezembro de 2007)

- * – * – * – * -

E para terminar, uma frase do poeta T.S.Eliot:

“We shall not cease from exploration, and the end of all our exploring will be to arrive where we started and know the place for the first time.”

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Participam dessa blogagem coletiva:

Camila Navarro: www.viaggiando.com.br

Heloisa Righetto: www.miblogito.blogspot.com

Karine Fontes: www.cadernotiahelo.blogspot.com

Luciana Guimarães Betenson: www.rosmarinoeoutrostemperos.com.br

Mari Campos: www.pelo-mundo.com

Renata Rocha Inforzato: www.diretodeparis.com 

Uma tarde em Embu das Artes.

Oficialmente chamada Embu das Artes desde o plebiscito de maio de 2011, Embu fica pertinho de São Paulo, logo após Taboão da Serra e antes de Itapecirica.

O acesso é pela Regis Bittencourt, mas prepare-se porque a entrada na cidade tem trânsito e costuma formar uma fila de carros na rodovia. É muito ruim o acesso a cidade e na saída, pior ainda, pois faltam placas sinalizando o caminho para São Paulo. Desleixo é pouco, viu Sr. Prefeito?

Há vários estacionamentos próximos ao Centro Histórico, mas chegue cedo. Nos dias de sol e temperatura agradável costuma ficar bem cheio por lá.

Embu é uma graça, o Centro Histórico possui lojinhas, restaurantes, bares, e tudo mais que podem nos levar à falência em poucas horas. Passe batido pela Cacau Show (!!!), ainda não acredito que eles tem uma franquia lá! Não ‘orna’ nada com o lugar, gente!

Achei a feira de artesanato muito cacarequenta, sabem? Essas vibes hippies não fazem minha cabeça mesmo. Há artesãos na praça principal, alguns fazendo sua arte ali, na hora. Bacana…

Mas morri de paixão pelas lojinhas com vasinhos, flores, luminárias, lustres, etc.

Almoçamos no Santa Helena uma chapa gigantesca mista, uma porção megalodonte de mandioca frita que nos fez rolar ladeira abaixo. Sério, as porções são imensas, servem 3 pessoas que comem muito. Delicioso!

Bem, agora as fotos!