Belém do Pará, um caso de amor.

Tenho um caso de amor com Belém do Pará.

Não sei porque, não faz sentido, visto que é a cidade mais quente e úmida deste planeta inteiro!

Lembro-me bem da 1ª vez que estive lá. Não sei dizer se era verão ou inverno, mas foi entre 1999 e 2002. Não tinha fingers ainda no aeroporto e quando desci do avião levei um rasante de um besouro do tamanho de um morcego e um choque com o bafo. Quase voltei correndo para dentro do avião chorando pelo besouro e principalmente pelo calor. Foi assim que descobri que detesto mais calor do que insetos.

Mas isso foi a 1ª vez. Fiquei apenas um dia e já voei para Recife, mas estive lá mais 3 ou 4 vezes e em 2006 Belém piscou pra mim. Foi amor a 3ª vista e dois posts já foram publicados aqui no Por Onde Andei.

Belém me lembra demais o Rio de Janeiro, mas não o Rio Zona Sul. Ela tem mais a cara do Centro do Rio, da Rua da Alfândega, da Praça XV, do Rio português. Eu amo Portugal e sua influência na nossa arquitetura, e consequentemente tenho um caso de amor com as cidades que me lembram lá.

A Estação das Docas foi aberta em 2000, após restauração dos galpões ingleses do Século XIX. Os guindastes são do início do Século XX e vieram dos EUA.

São 3 armazéns: Boulevard das Artes, Boulevard da Gastronomia e Boulevard das Feiras e Exposições. Nunca estive lá a noite, mas imagino todos aqueles bares e restaurantes lotados e cheios de gente animada e feliz!

A Catedral de Belém do Pará começou a ser construída em 1748 e foi terminada em 1782. Ela esteve fechada para restauração entre 2005 e 2009, então só pude conhecê-la na minha última ida a Belém. Fiquei impressionada, é linda!

Possui 10 altares laterais, 28 lindos lustres de bronze e um órgão que é considerado patrimônio de Belém. A procissão do Círio de Nazaré parte dela e vai até a Basílica Nossa Senhora de Nazaré. O Círio é uma festa de fé que movimenta Belém no 2º semestre todos os anos.

A Igreja de Santo Alexandre foi terminada em 1719, foi restaurada há poucos anos e hoje abriga o Museu de Artes Sacras. Fica localizada do outro lado da praça, vale visitar as duas.

Bom, é isso. Leiam os outros posts de Belém, tem o Mangal das Garças em um deles! ;o)

3 comentários sobre “Belém do Pará, um caso de amor.

  1. Luciana Betenson disse:

    Como sempre as fotos estão lindas Mo🙂 Engraçado, mas durante muito tempo tive uma opinião meio neutra sobre Belém. Meu marido morou lá trabalhando quando jovem e não curtiu muito. Mas no ano passado meus pais foram e voltaram babando, não só com as novidades como a Estação das Docas, mas também com a gastronomia da cidade que é íncrível. Quero muito ir! Bjs

  2. Dayanne disse:

    Sou de Belém e tenho orfulho da minha cidade, como qualquer outra tem seus problemas, mas a sua beleza é fascinante. A gastronomia maravilhosa, maniçoba, tacacá, cupuaçu, a castanha, tudo de maravilhoso. Você tem que visitar a estaçao das docas a noite, é lindo de mais e a brisa do rio é maravilhosa. Pessoas como você merecem um muito obrigada, pois existe tanta gente que ao se depararem com situaçoes diferentes das suas cidades falam tantas bobagens absurdas, xingam e nos comparam a indios imundos. Bjo

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