Raspando o tacho chileno.

Se alguém não aguenta mais ouvir falar do Chile, pule este post.

Como eu só devo voltar a viajar em agosto e até lá não tenho muito o que contar, dei uma geral nas fotos da última viagem para ter o que postar por aqui.

as pistas de Valle Nevado e a brasileira se divertindo na neve…ehhhhh

o altar na Catedral de Santiago, todo de prata, lindo!

o Pacífico, gelado pacas!

o Moai, lindezo, sem busanfinha…

Santiago, Cordilheira, neve, do Cerro Santa Lucia.

Netuno, todo poderoso, pena que a fonte estava desligada neste dia.

nham….as deliciosas frutas secas do mercado municipal.

adoooro a preguiça deste cão em frente ao La Moneda!

em Cerro San Cristobal – onde fica a academia de cães da polícia e que segudo o guia, eles tem soldo, aposentadoria e todos os direitos!

Aliás, acabei de me lembrar que fui à Embu final de semana passado, preciso baixar aquelas fotos!

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Em Viña e Valpa novamente.

Foi a 2ª vez que vi o Pacífico. Como na outra, o dia não estava lá essas coisas, nublado, frio, deixando tudo desbotado.

Desta vez nos levaram aonde é realizado o Festival de Viña del Mar. O lugar é bem bonito, tem um museu em uma casa que foi reconstruída após um incêndio, lindos jardins e ao fundo o anfiteatro.

É enorme e esquisito, pois ele não ‘combina’ com o restante. Mas nem por isso deixa de ser bonito e interessante arquitetonicamente. Tipo assim a ponte estaiada de São Paulo, sabem? É linda, mas parece meio deslocada da paisagem.

De lá fomos ver o simpático Moai, aquele único fora da Ilha de Páscoa. Ao lado há este lindo prédio que eu não havia reparado da outra vez.

Esse Moai é bonitinho pacas, inclusive deste ângulo. :lol:

Então almoçamos em um restaurante caro, cheio de turistas, comida péssima, mas com uma linda vista.

Quando eu digo péssima, é péssima mesmo. Pedi um filet com fritas, não como frutos do mar, e veio um bife gorduroso e gordurento, duro, impossível de comer com 1/2 batata nadando em óleo. Tudo isso por cerca de 30 dólares. Sem comentários…

Daí fomos para Valparaíso. Eu pretendo ir um dia para ficar um pouco mais. Acho a cidade uma graça, toda pendurada nas montanhas, cheia de casinhas pintadas.

Espero um dia poder pegar um navio ali, descer para o sul, o destino dos meus sonhos.

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Acima das nuvens…

Com licença, por favor, vou pular Viña e Valpa.

Inspirada pelo frio que faz hoje em São Paulo – 10ºC, 20h – resolvi passar Valle Nevado na frente.

No dia anterior, conversando com outras pessoas no passeio do litoral, soube que tinha neve até o joelho em Valle Nevado.

Eu tinha reservado o domingo para ver as coisas que não tinha dado tempo em Santiago, mas não aguentei! Paguei meus 50 dólares e fui subir a Cordilheira.

A van saiu pontualmente e eu me preparei para o frio. Gorro, luvas, boina, botas térmicas, cachecol, óculos de sol, legging por baixo da calça e a maravilha das maravilhas contra o frio: um casaco de fleece que comprei em Santiago. Detalhe é que eu achei que ele era a maior porcaria, pois foi absurdamente barato.

A subida tem toda a explicação do guia, com paradas no meio do caminho para o pessoal se aclimatar. Desta vez não fiquei tonta, não entupiu o ouvido, não funguei. Sucesso!

E lá se vai a turistropical distraidamente olhando pela janela e escutando o que o moço falava. Claro, que me perguntava a cada 100m aonde estava a droga da neve e já me arrependendo de não ter ficado em Santiago.

Na 1ª parada, que é a 1500m, começamos a ver as montanhas nevadas. Oh, que lindo, oh, que coisa, ai, que emoção! E a temperatura caindo…

Lá pelos 2300m, acho que na curva 40 e poucos – sim, elas são numeradas e são 60 fechadíssimas – o guia começou a contar que os postes laranja que víamos na estrada eram usados como sinalização. No caso de nevascas ou neblina, eram a única indicação da pista para os motoristas. E contou também que muitas vezes os guias precisavam descer e ir na frente indicando aonde estava a estrada.

Achei tão emocionante que fiquei idiota. Sim, só pode. Já conto porquê.

Fiquei pensando naquiloe no meu vôo no dia seguinte pela manhã, o que eu faria se a estrada fechasse de novo e que eu não podia perder ele e tal, enfim.

Então o moço-guia contou que a estrada era mantida pelo Valle Nevado Resort Skybusanfa Corporation, não pelo governo e que eles vinham melhorando a qualidade dela com os anos.

Na hora eu olhei pela janela e vi umas pedras no acostamento, pintadas de branco e pensei: ah, que bacana e que trabalheira eles tiveram…pintaram as pedras para sinalizar melhor o caminho. Ahh, olha só, a medida que a gente vai subindo, as pedras que eles colocam são cada vez maiores, deve ser por causa de neblina… mas que bonitinho que fica, não? Será que brilham no escuro, a noite com os faróis?

Aí alguém me tirou do transe quando disse: olha lá, um laguinho-poça congelado.

Caiu minha ficha imediatamente e tive que me segurar para não rir de mim mesma e do mico injustificável se eu tivesse comentado sobre as pedras fosforecentes em voz alta. Logo após tinha um trator ou qualquer coisa parecida com um encostado, provavelmente usado na noite anterior para tirar o gelo da pista.

Não eram pedras, claro, era gelo. Sim, gelo, que era neve que caiu na estrada. Já sentiram vergonha de si mesmos? Pois é…agora isso me rende boas risadas e um post! :D

PS: não, não fiz sky-busanfa, não comi neve, não joguei em ninguém, não sentei no chão, mas pisei, pisei, pisei, fiz bolinhas. Tudo isso discretamente, tá?

PS²: o povo passou mal pacas na descida, viu? Quem manda beber lá em cima????

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Mastigada por uma lhama.

No meu segundo dia, acordei mastigada. Por uma lhama, provavelmente. A gripe que levei de SP me acompanhou e resolveu piorar a noite.

Acordei péssima e troquei meu passeio para Viña e Valparaíso para o dia seguinte.

Daí programei: saio do hotel, pego a O’Higgins, ando, ando, ando, vou ali pelos calçadões, acho uma casa de câmbio, subo o Cerro Santa Lucia, pego um taxi, vou para o zôo, depois ao Los Domenicos, de lá para o Parque Arauco, supermegablaster shopping.

Eu fui bem otimista, na verdade. Não deu. Realmente andei pela O’Higgins, mas não entrei no Museu de Belas Artes – estava fechado.

Na verdade mesmo, eu deveria ter dobrado à direita na saída do hotel, mas como marquei errado no mapa, dobrei à esquerda e por isso fui parar no Centro. Queria mesmo era ter achado um café em Providência e ficado por lá o dia todo.

Daí andei, subi o Cerro, andei nos calçadões, a biblioteca também estava fechada, peguei o Metrô e retornei ao hotel para deixar minhas comprinhas.

Pensei em descansar um pouco, perdi a hora. Eu realmente não me sentia muito bem, mas acordei mais disposta e fui pro Arauco. Uma passadinha na Lush, razão da minha ruína (tá, eu exagero às vezes, eu sei), uma passadinha na La Fête (desta vez trouxe os sensacionais biscoitinhos e um pó para chocolate quente), outra entradinha na Paris.

Encontrei um café por lá que vende medialunas, perfeitas, não por acaso de propriedade de um argentino. Matei as saudades das benditas, peguei um taxi e voltei pro hotel.

Ou seja, dancei nos programinhas do dia, pois não daria mais tempo de ir ao Museu e nem ao Zôo e nem ao Domenicos, pois no dia seguinte eu iria pro ‘mar’ e no outro, pra ‘neve’.

Assim eu vou arrumando desculpas para retornar ao Chile sempre…

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Começando pelo começo – dããã…1º dia.

A viagem de ida foi boa, apesar da escala em Buenos Aires. Para quem não acredita, a GOL serve mesmo um sanduíche nos vôos internacionais. São horrorosos, por sinal.

Do avião já dava para ver a Cordilheira cheinha de neve. Oba!

Cheguei no aeroporto – um dos mais bonitos que conheço, aliás – e peguei uma van. Facinho, 10 dólares e me deixaram na porta do hotel em Providência, ao lado da Praça Baquedano e a 2 minutos do Metrô.

Se você quiser ir de taxi, são 26 dólares. Não acho necessário, de verdade.

Decepção total com o hotel, infelizmente. Escolhi mal, mas era limpo, muito bem localizado, tinha Canal Gourmet. Só o quarto que era muito pequeno. Muito mesmo. Mínimo. Uma caixinha de fósforos!

Tudo bem que a minha referência anterior era o Crowne e a sua vista linda. Me conformei, escrevi para a minha agente que me respondeu no dia seguinte que estava tudo lotado então nada de mudar de hotel. Me conformei, né?

Ah, um detalhe: meu vôo não sacudiu nada, mas escutei de algumas pessoas que saíram do Brasil no mesmo dia pela manhã que foi um p-a-v-o-r o vôo deles. Dei sorte!

No dia seguinte, friozinho, fui ao Cerro San Cristóbal. Ali fotografei as montanhas, ainda com neve a 70%, mas lindas. O dia não estava muito bonito, com chuva fraca que no final do dia se transformou em tempestade.

Passei pelo Moneda, mas não entrei. Dei um pulo na Catedral, tirei umas fotos na praça, segui para o Mercado Central.

Me irritei com o assédio de garçons no Mercado, não como peixe e não vou pagar 30 dólares por um frango grelhado.

Saí de lá, comi uma empanada de queijo, uma mega porção de fritas e retornei para pegar o meu tour para Concha Y Toro.

Ele saiu atrasado, já me irritou. No caminho começou o dilúvio e fiquei pensando o que afinal eu estava fazendo ali. Bacana, bonito, explicativo. Ganhei uma taça bem bonita, mas eu queria duas. Comprei um vinho de sobremesa na lodjinha, entrei aonde eles guardam os melhores vinhos, degustamos 2 – o Casillero del Diablo, que gostei bastante e o Marques de Casa Concha que detestei. Parece que tinha pimenta!!!!

A coisa é meio Disneylândia por lá. Você começa assistindo um filminho, depois você vai ter uma aula de como são feitos e uma degustação, daí você entra onde ficam as barricas e aprende sobre o carvalho americano e o francês e os preços delas e como são usadas. Bacana até aí. Daí você vai para debaixo da terra, acho que são 5 metros, fica num lugar escuro, frio, apagam as luzes, tem um treco com o Casillero que não vi porque tinha muita gente e sai. Toma mais 2 dedos de vinho, vai para a lodjinha, e vê seus suados dólares indo água abaixo, já que as parreiras serão impossíveis de ver, pois já é noite e chove cântaros.

Pensam que acabou? Que nada! Eis que você chega no hotel, ensopada, querendo um banho quente e não tem água! Um dilúvio que derrubou pontes, alagou a cidade, fez o caos, deixou metade de Santiago sem água até o dia seguinte.

Pensei: comecei bem. Mas no dia seguinte as coisas melhoraram. Ainda bem!

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Tentando desenrolar…

Pessoal, tô tentando desenrolar…

Final de semana teve Mirmã de visita, hoje trabalhei até tarde, tá complicado.

Mas, espero colocar as fotos do Chile em breve. Tem neve pacas!!!!!

See you soon…

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O City Tour, a lavagem cerebral.

Voltando ao City Tour, agora Santiago.

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Não que eu queira convencer vocês, mas acho bacana ter alguém explicando o que é isso, porque aquilo, o que nos levou a essa coisa e por aí vai.

Claro, alguns guias são muito melhores que outros, mas, pode ser divertido, acreditem!

Escolha a sua poltrona, sente-se sempre nela e não se atrase nas descidas. :)

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