O que fazer quando se está em um país que não é o seu, sem família e com tudo fechado e as pessoas em casa comemorando? Vai pra rua passear!
Começamos o dia pegando o trem novamente e indo para Queluz, the must do rococó em Portugal.

A estação lá é meio sinistra, você desce embaixo de um viaduto, caminha por pessoas com uma cara não muito amigável. Pensei: ferrou!
A moça das informações nos disse que era só descer a ladeira, seguir pelo parque que chegaríamos lá. Ok, lá vamos nós caminhando.
A história diz que D. Pedro de Bragança casou com Maria I, a louca, que era sua sobrinha. Também, coitada, tinha que ficar dodói das idéias mesmo, não é?
Eles viveram lá antes da sua ‘fuga’ para o Brasil – o palácio é do meio do Sec. 18 e foi uma tentativa de copiar inspirado em Versailles.

O curioso é que percebemos que as pessoas não tinham nenhuma privacidade. Os cômodos são interligados e para ir de um a outro, ou passa por dentro ou pelo jardim. Ou seja, não há corredores!


Há a linda sala dos espelhos logo na entrada, então a visita começa tirando o fôlego. Depois, achei meio boring, pois nada mais era tão bonito.

Exceto pelos jardins, que valem a visita nem que seja só para vê-los e aliás, para isso não se paga – é grátis.

(ó a Bete toda feliz lá!)

De lá passeamos pela Baixa, pelas praças, pela linda e restaurada Estação do Róssio, almoçamos no Hard Rock (amei!).



Daí fomos até a Sé que tinha um lindo por-do-sol laranja e um bando de pássaros não identificados, mas pareciam andorinhas.


Aí, Igreja de Santo Antônio, com direito a foto! Dizem que ela foi construída aonde ele nasceu e é um dos santos mais queridos de Portugal – e do meu saudoso avô.

Como era véspera de Natal, encontramos voluntários dando de presente pedaços de Bolo Rei, aos pobres e a todos que passavam pela porta da igreja. Achei tão simpático, gentil, fofo, que fiquei mesmo emocionada.
Após a maratona, passamos no supermercado para comprar um lanchinho natalino, já que não tínhamos para onde ir.
O moço das bebidas foi muito gentil e nos conseguiu um saco de gelo (filtrado e limpo, mas da peixaria do supermercado) para a bebida. Eu já estava pensando se o frio seria o bastante para gelar o espumante deixando-o na janela.
Entre usar a lata de lixo como balde e a pia do banheiro, preferi a pia. Eh, favelinha way of life!

E a mesa era a de cabeceira mesmo. O telefone acho que atrapalhava, mas não muito.

Barriga cheia, CQC portuga na Tv (engraçado pacas, por sinal!), boa noite porque amanhã tem mais!











































